Uma norte-americana que recebeu um implante com o embrião errado durante um tratamento de fertilidade em Toledo, Ohio, deu ontem à luz um rapaz. Carolyn Savage acedeu a levar a gravidez até ao final e vai entregar o bebé aos pais biológicos, Shannon e Paul Morell, do Michigan.
O engano foi detectado em Fevereiro e causou grande perturbação a Carolyn e ao marido, Sean. 'Julgo que nunca tinha chorado tanto na vida, foi um pesadelo e, de certa forma, fez--me sentir violada', afirmou Carolyn, agradecendo aos médicos que acompanharam a sua gravidez. Apesar de todo o sofrimento, os Savage, que já têm três filhos, deram os parabéns aos pais do bebé.
Questão: Se, por vezes, estes erros ocorrem, pensam que haverá a possiblidade de haver menos adesão a estas técnicas por medo destas negligências?
terça-feira, 13 de outubro de 2009
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Oláá.
ResponderEliminarParabéns :p têm aqui um blog com um nome todo original e temos direito a música e tudo :)
Quanto a este caso..
Estes erros obviamente que não deveriam ocorrer, porque são demasiado graves. Mas o que é certo é que este caso aconteceu ...
E se aconteceu, ninguém nos garante que nao voltem a acontecer mais casos como este.
A adesão a estas técnicas poderá diminuir, mas não significamente, porque os casais preferem "arriscar" digamos assim.. porque esta técnica permite que tenham o seu desejado filho. So se eventualmente estes erros se repetirem muitas mais vezes, aí sim poderá haver um grande decréscimo na adesão a estas técnicas.
Já me tou a repetir.. continuação de um bom trabalho =D
Relativamente à questão, eu sou da opinião que quem recorre a tratamentos de fertilidade sabe à partida que pode correr algum risco e que erros como estes podem acontecer. Acho que a vontade de engravidar prevalece sempre perante qualquer tipo de risco que possa ocorrer. Se estivesse no caso dela, arriscaria novamente :)
ResponderEliminarParabéns pelo blog!A todo o grupo que está a trabalhar nele e principalmente à minha inesocas =)
Parabéns pelo Blog e pela ousadia!O grupo pode ir em frente que o futuro irá sorrir!
ResponderEliminarQuanto à questão, não tenham medo..apostem na inovação pois eu acredito nas novas técnicas. Errar, acontece a qualquer um(a) e como a natalidade continua a diminuir, fruto da crise, do amor ou da comodidade, o método ao que o casal recorreu certamente irá continuar a ter adesão.
Esta, efectivamente, não é a juventude rasca. É sim, a juventude que orgulha os mais velhos, ou não tão novos, como eu!
Parabéns pela ideia inovadora! Ao conhecer uma das fundadoras do blog acho que estes temas e comentários serão debatidos com a seriedade devida e fico feliz pela perspicácia do grupo sobre temas da actualidade.
ResponderEliminarQuanto a esta notícia.. quantas vezes não ouvimos falar das barrigas de aluguer... e esses não são erros. Não podemos confundir a inovação tecnológica e científica com o cáracter e idoneidade das pessoas e laboratórios que utilizam esses conhecimentos.
Quanto ao caso em si, ainda bem que tudo se resolveu.
Não sei quantos implantes deste género são feitos por ano mas assumamos que são pelo menos algumas dezenas de milhares por ano em todo o mundo.
ResponderEliminarÉ um número que me parece bastante conservador assumir, mas quem tiver acesso aos valores terá mais capacidade de analisar.
Um caso deste tipo dilui-se em várias dezenas de milhares. A probabilidade de ocorrência é de 0,01% ou inferior.
Muitos outros procedimentos cirúrgicos, com taxas de risco bem superiores a 0,01% são adoptados com frequência. Claro que a percepção de dano também entra em causa.
Se uma cirurgia estética tiver 20% de probabilidade de me deixar mais feio e 80% de probabilidade de me deixar mais bonito, isso se calhar é menos problemático do que uma cirurgia aos olhos com 4% de probabilidade de me deixar cego e 96% de probabilidade de me deixar a ver perfeitamente.
Para finalizar, a frase da senhora
'Julgo que nunca tinha chorado tanto na vida, foi um pesadelo e, de certa forma, fez-me sentir violada' revela bem a pressão social que colocamos nas pessoas para elas se sentirem adequadas.
Parabéns pelo blog e força para o grupo envolvido.
ResponderEliminarQuanto à questão é sempre bom inovar.
Apesar de poderem ocorrer erros o método irá continuar a ter muitos aderentes, pois há muitos casais ansiosos por serem pais em todo o mundo.
De João Careca, parabéns pelo blog e continuem com este belo e valioso trabalho
ResponderEliminarParabéns pelo blog: tem um nome sugestivo e criativo, a linguagem utilizada é correcta e adequada e os artigos escolhidos são bastante interessantes.
ResponderEliminarComo alguém já disse não devemos ter medo da inovação e do progresso, embora devamos estar atentos aos "abusos" que podem colocar questões éticas difíceis de ultrapassar.
Pois é... Percebo que realmente este erro tenha marcado de alguma forma a pessoa em questão. Mas penso que quando se gera uma vida, qualquer erro deveria ser perdoado. A alegria de ouvir o primeiro choro, de sentir um novo ser nos braços, de ver aquele serzinho pequenino que um dia vai ser alguém na vida... Sei lá... Tantas emoções e sentimentos que se deve sentir aquando deste espetaculo da natureza que penso que esse erro é tão pequenininho... Sinceramente erros acontecem e todos os erros fossem como este... Ainda bem que há pessoas que conseguem gerar vidas...
ResponderEliminarParabéns pelo blog, está muito bem conseguido e os assuntos que aborda são bastante interessantes! Continuem. :)
ResponderEliminarbeijinhos hugo, mariana e marta.
Não, não acho que este tipo de negligências influencie muito a adesão das pessoas a esta técnica, porque estes erros são rarissimos...
ResponderEliminare as pessoas que optam por esta tecnica é por ser uma alternativa bastante confiável e porque também necessitam!
claro, que se os erros aumentarem poderá influenciar... no entanto tentar minimizar os erros possiveis ao máximo, pode nao ser suficiente para que eles nao acontecem, pois o erro faz parte da condição humana.
gostei dos artigos publicados e já aprendi imensa coisa ;-)