quinta-feira, 10 de dezembro de 2009



"Mães Adolescentes dizem que contracepção é pouco prática e desagradável"

A maioria das grávidas e mães adolescentes ligadas ao programa Cegonha e Companhia, em Santa Maria da Feira, nunca usava qualquer método contraceptivo na sua actividade sexual por "não gostar" dos preservativos "nem ser prático" conseguir a pílula.

As jovens revelam também desconhecer outros métodos para evitar a gravidez, como o DIU.

Estas jovens são igualmente inexperientes no tratamento dos bebés, pelo que consideram positivo o programa Cegonha e Companhia.


Adaptado de: http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=8A5ACF67-7AC4-44C3-91C6-B7A0743C94DE&channelid=F48BA50A-0ED3-4315-AEFA-86EE9B1BEDFF

Como podemos ver na adaptação desta pequena notícia, muitas pessoas recusam a utilização de métodos contraceptivos, descuidando a sua protecção tanto de gravidezes indesejadas como de doenças (nomeadamente a SIDA).

Dizem também desconhecer outros métodos contraceptivos.



Será que a informação existente continua a ser insuficiente?

Ou será que as pessoas "não ligam", numa atitude de irresponsabilidade?

Como se poderia sensibilizar a população?

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Dia 1 de Dezembro, luta contra a SIDA!



O número de infecções pelo vírus HIV em todo o mundo desceu 17% nos últimos oito anos, segundo o Programa das Nações Unidas sobre HIV(Unaids). As estimativas indicam que 33,4 milhões de pessoas vivem com HIV. Desse total, 2,7 milhões foram infectados em 2008. No ano passado, 2 milhões de pessoas morreram em consequência da SIDA.
O Relatório sobre a Epidemia Global de HIV 2009 revela que, do total de infectados, 31,1 milhões são adultos, sendo que as mulheres representam mais da metade (15,7 milhões) dos oropositivos.
Crianças e adolescentes com menos de 15 anos somam 2,1 milhões de infectados. Em 2008, 430 mil pessoas nessa faixa etária foram contaminadas e o número de mortes de crianças e adolescentes em consequência da doença chegou a 280 mil. Segundo o Unaids, a maioria dos casos de infecção nesse grupo ocorre ainda no útero da mãe, no momento do parto ou logo após o nascimento, por meio da amamentação.
O tratamento antirretroviral de mulheres soropositivas, de acordo com o relatório, repercutiu-se de maneira importante na prevenção de novas contaminações de mãe para filho. Desde 2001, foram evitadas cerca de 200 mil infecções entre crianças.
Segundo o Unaids, o pico da SIDA foi registrado em 1996, quando 3,5 milhões de pessoas foram infectadas. Comparando com os dados de 2008, a queda chega a 30%. O documento alerta, entretanto, que a epidemia da doença tem avançado e que os esforços de prevenção não acompanham esse ritmo.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Dormir mal tem consequências mais graves do que o cansaço...



Dormir mal pode causar problemas mais inconvenientes do que cansaço no dia seguinte. De acordo com estudo apresentado ontem no 3º Congresso Mundial de Medicina do Sono, homens que não dormem bem têm mais risco de ter disfunção erétil.

"Homens com apnéia do sono, como é chamada a interrupção da respiração durante o sono, têm três vezes mais risdo de ter disfunção erétil do que os demais", afirma a professora de Medicina e Biologia do sono da Unifesp, Mônica Andersen, autora do estudo.

Segundo ela, dormir mal está associado à baixa produção da hormona sexual masculina, testosterona. O trabalho mostrou ainda que pessoas com o sono muito fragmentado e menor tempo de sono REM (fase na qual ocorrem os sonhos) têm o dobro do risco de ter disfunção. "Muitas vezes o homem começa a ter disfunção erétil, usa remédios sem prescrição e não se dá conta que o problema pode ser o sono de baixa qualidade", diz ela.

Outra noticia que se teve conhecimento e de grande importância para a possivel cura desta disfunção foi que se criou pénis artificial.

Cientistas da Universidade Wake Forest, na Carolina do Norte, criaram tecido erétil de pénis em laboratório, que foi implantado em coelhos com sucesso. A experiência pode ajudar homens com disfunção erétil.
Pacientes com anomalias, cancro de pénis, lesões e disfunção erétil podem beneficiar no futuro. Foram usadas células do próprio animal para a experiência.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Mulher engravida 2 vezes em 2 semanas


Uma mulher grávida surpreendeu os médicos por duas vezes, em Junho, no Arkansas, ao efectuar uma ecografia de rotina que revelou que estava duplamente grávida, noticia a ABC News.

Quando a mulher realizou a primeira ecografia os médicos viram um bebé em desenvolvimento. O feto tinha uma determinada idade de gestação. Em seguida, os médicos observaram um segundo batimento cardíaco numa criança muito mais desenvolvida.

Este caso não é de gémeos idênticos ou fraternos, os bebés têm datas de gestação diferentes e é considerada uma rara e incomum ocorrência médica.
O médico afirmou que é raro que os fetos tenham tanta diferença em tamanho e desenvolvimento no início da gravidez, mesmo que os bebés possam diferir em tamanho quando estão em desenvolvimento.

«Esta é ainda uma condição rara e incomum que seria normal em animais como por exemplo os gatos. Porém, esta possibilidade é real. Mas só pode ser confirmada após o parto, através de estudos dos cromossomas dos bebés», referiu o médico.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Eliminação de Embriões excedentários


O Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida o CNPMA explica que a legislação em vigor “é omissa quanto ao destino a dar aos embriões excedentários, para os quais não haja projecto parental, nem consentimento para que possam ser doados a outro casal, depois de ultrapassado o prazo máximo de três anos”.

Num documento, o Conselho defende que, nos casos em que “o casal, ou algum dos seus membros, não consinta a doação de embriões excedentários para terceiros, nem a sua utilização para fins científicos, findo o período máximo de três anos previsto na Lei, os embriões serão descongelados e eliminados”.

Nos casos em que o casal consinta na doação dos embriões para outro casal e/ou para fins de investigação científica, mas que não surja um casal receptor, nem projectos de investigação durante os três anos previstos para a criopreservação, o Conselho deliberou no sentido de “acrescentar a alternativa da descongelação e eliminação dos embriões”.

O CNPMA propõe que se legisle por forma a permitir que, a pedido dos casais beneficiários e em situações muito particulares, devidamente justificadas, os directores dos centros possam assumir "a responsabilidade de alargar o prazo de criopreservação dos embriões por um novo período de três anos” e que, decorrido o segundo período de três anos previsto na lei - e não obstante a autorização do casal doador - “os embriões que não sejam utilizados em benefício de um outro casal ou em projecto de investigação científica devidamente autorizado, possam ser descongelados e eliminados, por determinação do director do centro”.


Fonte:http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=30267&op=all#cont

Questão: Será correcto a criação de embriões excedentários? Deverão ser doados? E quanto à sua eliminação? Os embriões têm tantos direitos com um ser humano já desenvolvido ou são apenas "um grupo de células"?


Curiosidade:

Legislação portuguesa em relação à investigação com recurso a embriões

Artigo 9.o

1—É proibida a criação de embriões através da PMA
com o objectivo deliberado da sua utilização na investigação
científica.

2—É, no entanto, lícita a investigação científica em
embriões com o objectivo de prevenção, diagnóstico ou
terapia de embriões, de aperfeiçoamento das técnicas
de PMA, de constituição de bancos de células estaminais
para programas de transplantação ou com quaisquer
outras finalidades terapêuticas.

3—O recurso a embriões para investigação científica
só pode ser permitido desde que seja razoável esperar
que daí possa resultar benefício para a humanidade,
dependendo cada projecto científico de apreciação e
decisão do Conselho Nacional de Procriação medicamente
Assistida.

4—Para efeitos de investigação científica só podem
ser utilizados:
a) Embriões criopreservados, excedentários, em relação
aos quais não exista nenhum projecto parental;
b) Embriões cujo estado não permita a transferência
ou a criopreservação com fins de procriação;
c) Embriões que sejam portadores de anomalia genética
grave, no quadro do diagnóstico genético pré-
-implantação;
d) Embriões obtidos sem recurso à fecundação por
espermatozóide.

5—O recurso a embriões nas condições das alíneas a)
e c) do número anterior depende da obtenção de prévio
consentimento, expresso, informado e consciente dos
beneficiários aos quais se destinavam.

domingo, 25 de outubro de 2009

Remédio contra cancro pode prevenir partos prematuros


Um remédio utilizado no tratamento do cancro, a tricostatina A, pode ajudar no controle das contracções e prevenir partos prematuros, segundo um estudo feito na Universidade de Newcastle (Reino Unido). O remédio foi aplicado em 36 mulheres que foram submetidas a cesarianas. Em todas elas os médicos constataram que a tricostatina A aumentou os níveis da proteína que controla o relaxamento muscular.
Números indicam que os partos prematuros são a principal causa da mortalidade de crianças no mundo desenvolvido, situação ascendente nas últimas décadas. Até agora, existiam outros tratamentos para atrasar o parto, mas a maior parte destes acabava gerando efeitos colaterais na mãe e no bebé.
Segundo os pesquisadores explicaram na revista Cellular and Molecular Medicine, foram recolhidas amostras de tecido das mulheres para comprovar os efeitos do remédio sobre as contracções naturais e as induzidas com oxitocina artificial. O resultado foi a redução de 46% em média nas contracções dos tecidos das mulheres que tiveram parto natural e 54% no caso das que precisaram de induzir as contracções.
Os especialistas constataram que a tricostatina A, utilizada para matar as células cancerígenas aumentava os níveis de uma sub-unidade da proteína quinase A (PKA), que tem implicação decisiva no relaxamento do útero durante os nove meses da gravidez. Nick Europe-Finner, professor e diretor da pesquisa, afirmou, no entanto, que o remédio não será receitado aos pacientes porque prejudica até 10% dos genes celulares.
"Esta pesquisa mostra-nos que vale a pena seguir, investigando outros agentes mais específicos actuantes nas mesmas enzimas", acrescentou. A doutora Yolanda Harley, vice-directora da pesquisa de Action Medical Research - organização que financiou o estudo - destacou que "o projecto descobriu novos caminhos moleculares para controlar as contracções uterinas".
Para a professora Jane Normal, porta-voz do Colégio de Obstetrícia e Ginecologia do Reino Unido, lembrou que "actualmente não é possível tratar de maneira eficaz os partos prematuros, porque só temos remédios que atrasam os partos em 24 horas, um período de tempo insuficiente para garantir a vida do bebê".

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Resultado das votações

Quando o espermatozóide encontra o gâmeta feminino forma-se:

Zigoto
12 (34%)

Embrião
5 (14%)

Óvulo
18 (51%)

Óocito II
0 (0%)



E a resposta certa é......ÓVULO.

Observando as votações, conclui-se que cerca de metade (51%) dos votos se encontram correctos.


Mas porquê?

Quando o espermatozóide entra no oócito II este termina a meiose II na qual se encontrava suspenso em metáfase II, dando origem ao OVÚLO.
Dentro do ovúlo ocorre de seguida a fusão dos dois núcleos (o do ovúlo e o do espermatozóide)- cariogamia. A célula repõe a diplóidia e a nova célula formada chama-se ZIGOTO.
O termo EMBRIÃO emprega-se desde a 1ª divisão mitótica do zigoto.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Infertilidade afecta cerca de 500 mil casais em Portugal



Em declarações à Lusa, João Silva Carvalho, presidente da SPMR - Sociedade Portuguesa de Medicina da Reprodução, referiu que, em Portugal, o número de ciclos de procriação medicamente assistida é muito reduzido quando comparado com o que aconselha a Sociedade Europeia de Reprodução.


Silva Carvalho exigiu mais apoio do Estado: «Esta situação deve-se ao facto dos casais inférteis não terem possibilidades económicas para custear os tratamentos, ao insuficiente apoio do Estado e de ele ser nulo, por parte das seguradoras. É uma situação que urge modificar», disse o presidente da SPMR.


Os tratamentos para a infertilidade realizados nos hospitais públicos são gratuitos, mas os casais têm sempre que suportar os custos da medicação, que rondam os mil euros por cada tratamento, disse.


Salientando o impacto económico, social e demográfico que as técnicas de combate à infertilidade estão a ter hoje, Silva Carvalho afirmou que a reprodução medicamente assistida representa já cerca de «três a quatro por cento das crianças que nascem na Europa».


De acordo com a SPMR, nos 25 países da União Europeia a taxa de fertilidade total aproxima-se actualmente de 1,5 crianças por mulher, um valor que está abaixo do nível necessário de substituição de 2,1 para sustentar a renovação da população.


Com estas taxas de natalidade, estima-se que já em 2010 o crescimento natural da população dos 25 países da UE se torne negativo, sendo apenas com a imigração que a população europeia continuará a crescer.


Fonte:
http://www.apfertilidade.org/web/index.php/noticias-e-destaques/58-noticias/193-infertilidade-afecta-cerca-de-500-mil-casais-em-portugal-

Imagem:

Com o avanço da medicina, notou-se uma redução da taxa de mortalidade a nível europeu. Porém, a taxa de natalidade não sofreu qualquer aumento, mesmo dispondo a Medicina de meios para a elevar, nomeadamente o "combate" à infertilidade.
No entanto, estes meios não estão ao alcance de todos, muitas vezes por falta de apoio do Estado. Quais serão as justificações do Estado para não disponibilizarem mais apoios a estes casais? Será que estas técnicas que tentam solucionar o problema da infertilidade não justificam a existência de mais apoios, e os consequentes custos? Se estas técnicas não justificam os custos, porquê continuar a investigar? Ou será que estas técnicas são um excelente meio para aumentar a taxa de natalidade mas não são ainda bem vistas aos olhos da sociedade?

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Como se realiza a injecção intracitoplasmática

Através da técnica da injecção intracitoplasmática, o espermatozóide seleccionado é injectado directamente no citoplasma do oócito.


Estudo português promove eficácia de fertilização «in vitro»


Uma equipa de investigação da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto encontrou um potencial marcador da qualidade dos ovócitos que permitirá estimar a probabilidade de ocorrer uma gravidez por fertilização in vitro e que poderá elevar a taxa de sucesso das técnicas de reprodução acima dos 30%.

A equipa, liderada pelos investigadores Henrique Almeida e João Luís Silva Carvalho (numa cooperação entre o Laboratório de Biologia Celular e Molecular e o Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da FMUP), estudou as células cumulus oophorus que revestiam os ovócitos de 60 mulheres que foram submetidas a tratamentos de Procriação Medicamente Assistida por infertilidade.

«No futuro poderá ser possível ver quais os ovócitos com maior teor deste marcador, e preservar apenas esses. Para além disso, poderemos modificar os meios de cultura dos processos reprodutivos, acrescentando-lhes esta enzima ou outra substância que tenha, também, efeito antioxidante», explica o investigador Henrique Almeida, em declarações à Lusa, no dia 23 de Setembro deste ano.







Fontes:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=60&id_news=411487

http://www.cienciahoje.pt/portal/35258

http://tsf.sapo.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=1370348

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Mãe deu à luz bebé de outra senhora

Uma norte-americana que recebeu um implante com o embrião errado durante um tratamento de fertilidade em Toledo, Ohio, deu ontem à luz um rapaz. Carolyn Savage acedeu a levar a gravidez até ao final e vai entregar o bebé aos pais biológicos, Shannon e Paul Morell, do Michigan.

O engano foi detectado em Fevereiro e causou grande perturbação a Carolyn e ao marido, Sean. 'Julgo que nunca tinha chorado tanto na vida, foi um pesadelo e, de certa forma, fez--me sentir violada', afirmou Carolyn, agradecendo aos médicos que acompanharam a sua gravidez. Apesar de todo o sofrimento, os Savage, que já têm três filhos, deram os parabéns aos pais do bebé.


Questão: Se, por vezes, estes erros ocorrem, pensam que haverá a possiblidade de haver menos adesão a estas técnicas por medo destas negligências?

Mãe pode passar cancro para o bebé no útero


Em casos raros, células cancerosas da mãe podem atravessar a placenta e "infectar" bebés saudáveis ainda no útero materno, de acordo com um novo estudo do Instituto de Pesquisa do Cancro da Grã-Bretanha.


A pesquisa foi publicada na última edição da revista médica Proceedings of the National Academy of Sciences, e prova que em pelo menos um caso, o sistema imunológico do bebé não foi capaz de evitar o contágio das células cancerosas de leucemia.
Este tipo de "infecção" é objecto de estudos médicos há mais de cem anos, e acreditava-se que as defesas imunes do bebé fossem capazes de destruir as células doentes que porventura atravessassem a placenta.


No entanto, existem 17 casos documentados de mães e filhos que parecem ser vítimas do mesmo cancro: leucemia ou melanoma. O estudo recém-publicado examina o caso de uma japonesa e de seu filho, ambos com leucemia.
Através de sofisticadas técnicas de identificação genética, os especialistas chegaram à conclusão de que o cancro da criança foi passado pela mãe e que as células tinham uma mutação genética cancerosa idêntica.


Os investigadores também teriam conseguido provar que este gene não poderia ter sido herdado da mãe, ou seja, o bebé não teria desenvolvido leucemia se tivesse crescido isolado da mãe. Os cientistas tentaram também entender por que razão o sistema imunológico da criança não reconheceu as células cancerosas como ameaça e, por isso, não as destruiu.


A resposta, segundo a pesquisa, estaria na ausência de determinado material genético nas células cancerosas que seria essencial para a identificação delas por parte do sistema imunológico da criança.


A pesquisa também foi financiada pela organização Pesquisa de Leucemia. Um representante do grupo, David Grant, afirmou que os resultados devem ajudar a concentrar os esforços em primeiro reforçar o sistema imunológico e depois tentar curar pacientes com este cancro.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Novo método contraceptivo

Cientistas da Universidade de Edimburgo, na Escócia, fizeram um apelo à comunidade, para que casais se voluntariassem e fossem cobaias num teste a um novo método contraceptivo: uma injecção de hormonas no homem.

Segundo os cientistas responsáveis pelo seu desenvolvimento, este método terá uma eficácia superior à do preservativo em relação à prevenção da gravidez.

Para o desenvolvimento deste teste, os cientistas esperam poder contar com a preciosa ajuda de cerca de 20 casais residentes no Sudeste da Escócia.






Fonte:
www.google.com/hostednews/ukpress/article/ALeqM5ixgte14PSVk6NLQFKkzKV-hTq-kA


Questão: Que mudanças trará este novo método contraceptivo ao peso da responsabilidade masculina na prevenção de uma gravidez?

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Bem vindos!

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